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Em face dos eventos recentes de ataques terroristas ocorridos na Europa, na Bélgica e na França, o medo de eventos de ameaças similares continua a crescer.

Ataques cibernéticos coordenados a Usinas Nucleares certamente teriam repercussão dramática na Segurança Interna de qualquer governo, e esse é um risco a ser endereçado nas estratégias cibernéticas nacionais. A proteção da infraestrutura nacional é uma prioridade pela sua dependência de tecnologias, e por sua abrangência de utilização.

Este tema fez com que as autoridades dos governos americanos e britânicos tomassem medidas, assim como também tentam se preparar da melhor forma possível. Esse esforço tenta simular ataques cibernéticos nas Usinas Nucleares, para validar o quão seguro são os controles e mecanismos de controles que protegem o ambiente de produção. Além das incontáveis perdas humanas, os eventos dessa natureza são altamente nocivos ao ecossistema, cujas consequências se estendem por milhares de anos, até a efetiva descontaminação. Os Acidentes de Chernobyl, na Ucrânia, e mais recentemente, em Fukushima, no Japão, nos alertam para os perigos da energia nuclear, em face a situações adversas de risco.

Washington e os governos necessitam aprimorar as medidas de segurança e endereçar os temores, no que diz respeito a proteção de infraestrutura crítica na Europa. Uma simulação similar foi realizada no ano passado para validar como os bancos reagiriam em caso de uma ameaça cibernética. Em anúncio sobre o evento, a Casa Branca frisou a importância do compartilhamento de informações e de esforços no combate as ameaças do terrorismo nuclear e nas melhores práticas de gerenciamento de resíduos nucleares.

fonte: http://securityaffairs.co/wordpress/45953/security/cyber-attacks-on-nuclear-plants.html