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Nos últimos meses, mais detalhes sobre o uso do “equipamento de interferência” bem guardado das forças policiais do Reino Unido surgiram. Esse é um termo governamental para hacking. Isso é devido a uma série de evidências submetidas para o propósito (controverso) de lei de vigilância, a Lei de Poderes Investigatórios, a qual iria acelerar novas autorizações como a polícia pode usar malware ou exploits para tomar o controle de computadores.

Ainda segundo o site motherboard.vice.com, novos exemplos de como a Agência Nacional de Crimes, essencialmente a versão britânica do FBI, ativamente faz uso de poderes hacker para combater o cibercrime foi revelado em um pedaço de evidência escrita enviada por oficiais do NCA, HM Revenue & Customs, e o Conselho Nacional de Chefes de Polícia, datado desse mês. As evidências fornecem quatro exemplos em como as forças policiais do Reino Unido têm usado equipamentos de interferência, inclusos dois relacionados a investigações de cibercrime NCA. Um dos exemplos detalha:”A NCA usou equipamentos para técnicas de interferência contra um grupo especializado de cibercriminosos e daqueles eliminando evidências dos seus crimes”.

O site ainda relata que esses criminosos usaram malware para roubar dinheiro de suas vítimas e obtiveram milhares de libras em cada ataque. O grupo também fez uso de “meios de comunicação encriptados para evitar detecção”. A Criptografia é o motivo central das forças policiais do Reino Unido ter a permissão de hackear. O documento relata: “Uma técnica de equipamento de interferência é entregue para capturar a digitação de teclas de membros da rede criminosa”, embora não especifica em como essa habilidade de key logger é entregue nos alvos – se isso foi feito através de acesso físico ao alvo, ou remotamente.

Ao invés disso:”A entrega dessa técnica de equipamento de interferência providência detalhes sobre as atividades dos indivíduos, e portanto, informa a estratégia investigativa”, ainda relata o documento. A notícia sintetiza uma nova metodologia adquirida, para o cumprimento da lei, por meio de treinamento e de capacitação, dos agentes da lei, para realizar o que é descrito como “técnica de equipamento de interferência”, ou seja, combater o cibercriminosos hackeando eles. É algo inovador no sentido de ação preventiva: Uma vez detectada a contravenção, a NCA mencionada na matéria realiza as operações em tempo real, ao invés de esperar o golpe ser aplicado para então providenciar meio de coletar as evidências.

Em um mundo interconectado, onde a soberba e a ostentação imperam, todos os requintes de luxo dos criminosos podem ser voltar contra eles, por meio da tecnologia e do treinamento especializado. O termo Hacker Ético foi cunhado para descrever profissionais de segurança da informação que utilizam o conhecimento dos hackers, para prevenir e combater os crimes digitais. Também chamados de Chapéu Branco, eles são os Hackers do Bem. O termo faz referência as Certificações Internacionais de Segurança da Informação, CEH e OSCP, da EC-Council e da Offensive Security, respectivamente.

A principal questão que devemos considerar dessa notícia é que é necessário que as autoridades nacionais tenham uma revitalização, por meio de incentivos e de parcerias, para a capacitação e para os estudos em áreas relacionadas, de segurança cibernética, para defender a Constituição e a Defesa dos Cidadãos do Nosso País, na internet. Os tentáculos do crime se estendem para o mundo cibernético, e as consequências são alarmantes se considerarmos a abrangência que um crime, seja qual for a modalidade, pode tomar. O desenvolvimento de uma Força Tarefa Nacional, como a da notícia, englobando todas as áreas de cumprimento da lei, ainda inexistente em Nosso País, movimentaria diversas áreas e setores, que por si só auxiliariam muitos dos nossos Irmãos Brasileiros, que sofrem o desalento do desemprego.

A notícia na integra expressa como é um entendimento social nesse país, o Reino Unido, o treinamento e aperfeiçoamento para jamais permitir que o criminoso possa escapar. A conscientização é um processo que começa na integração de segurança da informação pelos próprios indivíduos da sociedade (pessoas), e por aqueles que os protegem (autoridades). O próximo e mais tenaz desafio, mas não impossível de vencer, da Sociedade Brasileira, é impedir o avanço dos crimes para o mundo cibernético e a capacidade dos criminosos da atualidade de dominarem esse meio, para que não cometam mais crimes ou que façam mais vítimas.

Lamentavelmente, pode-se dizer que cada Cidadão Brasileiro já verteu lágrimas de sofrimento e de desespero sendo vítima ou conhecendo pessoas que foram vítimas dos crimes que assolam o Nosso País. É um dever moral por todos que infelizmente não possuem nem conhecimento para entender as garantias fundamentais que nos somos herdeiros, que nós devemos lutar. Essa notícia serve a nós de guia do que devemos fazer, e que nós devemos garantir que todas as vidas perdidas jamais serão esquecidas, e as que ainda herdarão o Nosso País, não vivam o que nós vivemos. Nós devemos visualizar a vitória, e nós devemos nos esforçar, para que um Brasil Melhor, não seja um sonho, e nem uma esperanças, mas UMA REALIDADE, que nós iremos alcançar. 

http://motherboard.vice.com/read/how-the-uks-national-crime-agency-fights-cybercrime-with-hacking-of-its-own
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