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Segundo o site securityaffairs.co, um banco de dados do estado islâmico teria vazado por meio de um de seus membros, e revelando a identidade e outras informações pertencentes a membros do grupo extremista. A informação serve às autoridades para monitorarem e localizarem os criminosos, para que não façam mais vítimas.

Diversos documentos relatando a identidade de 22,000 terroristas foram entregues a Sky News por um ex membro da organização radical. O documento contêm 22,000 nome, endereços, números de telefone e contatos familiares do estado islâmico. A SKY NEWS obteve um cartão de memória contendo os arquivos que foram roubados de um chefe da polícia de segurança interna do estado islâmico. O homem que roubou o cartão de memória era membro do Free Syrian Army que se converteu ao estado islâmico e se chama Abu Hamed.

A lista dos membros do estado islâmico inclui militantes de mais de 51 países, incluindo o reino unido. O documento é um tipo de formulário de registro, composto de 23 questões, onde os integrantes forneceram informações pessoais. Há muitos extremistas europeus desconhecidos nos documentos, assim como do oriente médio, norte da África, Estados Unidos e Canadá. Muitos nomes são conhecidos da Inteligência Americana, mas a presença do documento é muito importante por diferentes motivos, explica o site securityaffairs.co.

Um dos documentos chamado de “Martyrs” inclui uma lista de membros prontos para realizar ataques suicidas, esses terroristas já foram treinados para realizar esse tipo de operação, explica Pierluigi Paganini, do site securityaffairs.co. Não pode ser excluída a possibilidade de ser uma estratégia de divergência, mas os documentos são uma fonte de mineração para as autoridades e inteligência, pois contêm muitos números de telefone pertencentes a membros da família dos extremistas.

Em outra notícia, o site securityaffairs.co ainda revela que o grupo extremista está usando comunicação mobile para planejar suas operações, e que este aplicativo seria chamado de Amaq Agency. O aplicativo, segundo a notícia, usaria protenção de ponta a ponta como o WhatsApp. A revelação foi feita pelo GhostSec, um grupo de especialistas anti terrorismo pertencentes a coletividade Anonymous. Muito embora perdure o impasse de criptografia, as autoridades podem fazer a engenharia reversa do aplicativo Android e explorar falhas para monitorar esses criminosos.

fonte:

http://securityaffairs.co/wordpress/45189/breaking-news/files-reporting-isis-members.html
http://securityaffairs.co/wordpress/43578/intelligence/amaq-android-app.html
https://en.zamanalwsl.net/news/14541.html
http://leaks.zamanalwsl.net/isis-1.php
http://cybershafarat.com/author/jeffbardin/
http://cybershafarat.com/2015/12/28/1678/