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Por David E.Sanger
www.watoday.com.au

Londres: Os Estados Unidos da América iniciaram uma nova linha de combate contra o Estado Islâmico, ao direcionar o Ciber Comando de seis anos, pela primeira vez, para montar um ataque a redes de computadores que agora estão sendo usadas junto com as armas tradicionais.

A medida reflete o desejo do Presidente Barack Obama de trazer muitas da Ciber Armas Americana que estavam mirando em outro lugar, notavelmente ao Iran, para a luta contra o estado islâmico – que se provou efetivo ao usar comunicações modernas e criptografia para recrutar e para conduzir operações.

A Agência d Segurança Nacional que é especializada ele vigilância eletrônica, por anos têm escutado intensamente os militantes do estado islâmico, e esses relatórios são sempre parte dos relatórios diários de segurança do presidente. Mas a contraparte de Ciber Comando militar da NSA, em outra parte estava focado em maior parte na Rússia, China, Irã e Coreia do Norte, onde os ciber ataques têm origem, e não houve operações com o que se tornou a mais perigosa organização terrorista no mundo.

O alvo da nova campanha é interromper a habilidade do estado islâmico de espalhar a mensagem, e atrair novos seguidores, para que circulem as ordens do comandante e funções do dia a dia sejam executadas, funcionários dizem, e para desestruturar as ordens do comandante do estado islâmico, que começaram a perceber técnicas hacker sofisticadas estão manipulando os dados manipulando os seus dados. Os recrutamentos em potencial também podem ser detidos se eles começarem a se preocupar sobre a segurança das comunicações com o grupo militante.

Os planos de ataques cibernéticos no estado islâmico surgem assim que os estados unidos é esperado para anunciar mais 250 tropas na Síria. O envio adicional mira acelerar os recentes ganhos contra o estado islâmico e surgem para refletir a crescente confiança nas habilidades das forças lideradas pelos EUA dentro da Síria e do Iraque para tomar de volta o território dos extremistas do grupo islâmico sunita.

A campanha está sendo conduzida por um pequeno número de “times de missão nacional”, nas recentemente criadas unidades cibernéticas modelada nas Forças de Operações Especiais. Enquanto oficiais negaram discutir os detalhes das suas operações, as entrevistas com mais de seis funcionários da alta e média gerência indicam que os esforços começaram com uma série de “implantes” nas redes dos militantes para aprender os hábitos online do comandante. Agora, os planos são imitar ou alterar as suas mensagens, com o objetivo de redirecionar os militantes a áreas mais vulneráveis a ataques de Drones Americanos ou tropas locais terrestres.

Em outros casos, funcionários disseram, os Estados Unidos podem complementar as operações para bombardear depósitos cheios de dinheiro fazendo uso de ataques cibernéticos para interromper transferências eletrônicas e transferir erradamente pagamentos. O fato da administração estar começando a falar sobre o uso de novas armas é uma mudança dramática. Há apenas quatro anos não seria admitido publicamente o desenvolvimento de armas cibernéticas ofensivas ou confirmar o seu papel em qualquer ataque em redes de computadores.

Isso é parcialmente porque ataques cibernéticos dentro de outra nação levantam maiores questões sobre invasão de soberania. Mas, no caso do estado islâmico, funcionários dizem que a decisão foi tomada de forma que um incentivo possa degradar a confiança do inimigo em suas comunicações, ao confundir ou deteriorar algumas ações. O presidente Obama disse:”Nossas operações cibernéticas estão rompendo o comando e controle e as comunicações deles”.

fonte:

http://www.watoday.com.au/world/islamic-state-fight-us-directs-cyberweapons-at-militants-for-first-time-20160424-goe25e.html
http://www.watoday.com.au/content/dam/images/g/l/j/1/o/b/image.related.articleLeadwide.620×349.goe25e.png/1461545240677.jpg
http://securityaffairs.co/wordpress/46656/terrorism/cyber-attacks-against-islamic-state.html