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A liderança sênior do exército americano sabe que seres humanos geneticamente modificados – Mais fortes, rápidos, ou melhores a altitudes maiores – e máquinas inteligentes que poderiam matar sem remorso e com grande eficiência são duas das políticas mais difíceis que devem enfrentar.

O Secretário de Defesa Bob Work endereçou firmemente o assunto, ao dizer que os Estados Unidos não irão fornecer o direito de matar a armas de inteligência artificial ou outros sistemas automatizados. Questionado pelo conhecido colunista do Washington Post, David Ignatius, sobre como os Estados Unidos iriam conter um inimigo com o intento de dar a robôs autoridade letal, Work esquivou-se descrevendo a diferença entre “operações assistidas” e “operações de humano melhorado”.

o primeiro é sobre computadores e sensores melhorando a performance humana, a segunda é sobre seres humanos geneticamente modificados. Work disse: “Nesse momento, nós pensamos em termos de operações humanas assistidas”. Se você olhar pelo trabalho do DARPA, como aquele vindo do Escritório de Tecnologias Biológicas, as pontas do trabalho que pode levar a seres humanos aperfeiçoados pode ser visto, relata o site breakingdefence.com.

Por exemplo, o programa Robustez Biológica em Condições Complexas (BRICS) é focado nisso: “O desenvolvimento de técnicas e de ferramentas para rápido sequenciamento, síntese e manipulação genética de material levou a rápida maturação da disciplina de biologia sintética.

As aplicações potenciais da biologia sintética abrangem desde a produção sob demanda de novas drogas, combustíveis e revestimentos, até a habilidade de criar micróbios capazes de otimizar a saúde humana ao prevenir ou tratar doenças. Se as aplicações tais quais essas destacadas vierem a dar frutos, métodos para aumentar a robustez biológica e a estabilidade de organismos criados deve ser alcançada enquanto mantendo ou melhorando garantias de segurança.

Enquanto esse programa suportar o desenvolvimento de tecnologias que irão ser o pré requisito para uma aplicação segura de engenharia de sistemas biológicos no amplo espectro de ambientes, que o Departamento de Defesa têm interesse, todos os trabalhos realizados nesse programa irão ocorrer em condições de laboratório controlado”.

Alguns desses trabalhos genéticos surgiram porque armas biológicas permanecem, talvez, a maior ameaça potencial aos Estados Unidos (independente do ataque estar mirado a plantações, população ou reservas de água). Proteger os seres humanos contra tais ataques pode requerer o rápido desenvolvimento de contra agentes ou a criação de mudanças genéticas. E é claro, o trabalho em protéticos pode também trazer consigo a habilidade de dar aos seres humanos muito mais força, velocidade e resistência sem as alterações genéticas.

fonte:

http://breakingdefense.com/2016/03/depsecdef-on-boosted-humans-robot-weapons/
http://breakingdefense.com/2015/12/will-us-pursue-enhanced-human-ops-depsecdef-wonders/
http://breakingdefense.com/2015/12/robot-wars-centaurs-skynet-swarms/
http://www.darpa.mil/news-events/2014-04-01
http://www.darpa.mil/program/biological-robustness-in-complex-settings
http://breakingdefense.com/wp-content/uploads/sites/3/2016/03/terminator-army-credit-Warner-Bros..jpg