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Ontem, o Anonymous Quênia, uma divisão da Coletividade Anonymous, vazou os dados do Ministro de Relações Exteriores do Kenya. Os arquivos foram vazados online na Dark Web, em um servidor que também hospeda dados vazados do Staminus, do vazamento da Força Policial Nacional da Turquia e dos vazamentos do FBI e DHS do último inverno.

Os arquivos vazados contêm 95 arquivos PDF e DOCX, totalizando um total de 1TB de informação. Os hackers não vazaram nenhum informação sensível, como dados de funcionários ou credenciais de acesso.

Ao tempo do divulgação da matéria, o governo do Quênia confirmou a invasão, mas disse que nenhum dos documentos roubados estava classificado como “sigiloso”. Após abrir e verificar todos os documentos, o site Softpedia pode confirmar que não havia informação sensível disponível, mas apenas documentos normais e emails trocados entre os funcionários do ministro.

Alguns dos arquivos contêm listas de delegações, planos estratégicos, cartas oficiais, renovações de contratos, solicitações de acesso, relatórios periódicos, documentos escaneados, manuais e outros arquivos da mesma variedade. Os hackers clamam que o vazamento é parte de uma segunda parte da operação #OpAfrica, que o grupo lançou no final de Janeiro.

De fato, a maior parte da campanha tem sido realizada pelo World Hacker Team, que está por trás de vazamentos similares de governos e companhias da Tanzânia, África do Sul, Nigéria, Uganda e Ruanda. Outros grupos hackers que participaram nas invasões incluem o grupo que usa o nome de LulzSec (não o original), que também invadiu alvos na Nigéria, Malawi e Zimbábue.

No canal do IRC da operação #OpAfrica, o Anonymous também liberou uma declaração a respeito de suas intenções. De acordo com o porta voz do grupo, o plano dos hackers é fazer outros países africanos de alvo. A lista inclui Burundi, Togo, Burquina Faso, República da África Central, Etiópia, Somália e Argélia. De acordo com o vídeo postado no Vimeo esse inverno, a operação #OpAfrica foi iniciada para combater a corrupção do governo, abusos à crianças e o trabalho infantil nos países africanos, informa o site softpedia.com.

fonte:

http://news.softpedia.com/news/anonymous-hackers-leak-1tb-of-documents-from-kenya-s-ministry-of-foreign-affairs-503518.shtml
http://i1-news.softpedia-static.com/images/fitted/620x/anonymous-hackers-leak-1tb-of-documents-from-kenya-s-ministry-of-foreign-affairs-503518-3.jpg