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O grupo ameaçou identificar operadores de drones RAF e os colocar em uma “lista de alvos”. No sábado, os hackers do estado islâmico publicaram uma lista de 75 militares americanos. A infraestrutura de rede do Ministério da Defesa Inglês é protegida pelos especialistas do fabricante de aeronaves Airbus.

Hackers do estado islâmico dizem possuir um espião trabalhando dentro do Ministério da Defesa Inglês. A notícia surgiu enquanto especialistas em segurança encarregados de proteger o sistema de computador do departamento alertaram que estava enfrentando “ameaça constante de funcionários”.

O grupo extremista ameaçou publicar inteligência obtida secretamente, por extremistas trabalhando para ela (inteligência) no Reino Unido, que poderia identificar operadores de drone RAF e os colocar em uma “lista de alvos” de ataques de lobos solitários. O aviso do estado islâmico surgiu ao serem publicados os nomes, endereços e fotografias de dezenas de militares americanos supostamente envolvidos em ataques de drones contra terroristas na Síria e no Iraque. Os extremistas urgem os seguidores para matar as pessoas.

A política do Reino Unido não é nomear qualquer operador de drone, ou militar envolvido na luta contra o estado islâmico, por medo que eles e suas famílias possam ser alvos. Mas, o Ministério da Defesa também foi forçado a enviar um email interno para os civis e militares os avisando para não revelarem quaisquer detalhes sobre si mesmos, sobre seu paradeiro ou da sua família no Facebook ou em qualquer lugar online. A mensagem também diz que eles devem garantir que as suas famílias não publiquem detalhes sobre seus trabalhos também.

Um grupo que se auto proclama Islamic State Hacking Division, que costumava ser dirigido por um inglês, escreveu: ” No nosso próximo vazamento, nós podemos talvez até mesmo vazar a inteligência secreta que o estado islâmico recebeu de uma fonte de seus irmãos do Reino Unido, que levaram algum tempo obtendo informação do Ministério da Defesa, enquanto nós devagar e secretamente infiltramos a Inglaterra e os Estados Unidos online e offline”.

A tarefa de tentar proteger a infraestrutura de rede do Ministério da Defesa contra ameaças cibernéticas é conduzida pelos especialista da Airbus, o fabricante de aeronaves. O time, que conta com militares, trabalha 24 horas por dia em diversos centros de segurança cibernética, ao redor do Reino Unido.

O Daily Mail obteve raro acesso ao centro altamente protegido em Newport, South Wales, com amplos detalhes que antes permaneciam em segredo. Peter Grogan, o chefe de desenvolvimento de negócios da Airbus, disse: ” O Ministério da Defesa têm ameaças constantes de funcionários. Você têm o espectro completo de potenciais atacantes, com variados motivos. O estado islâmico identificou as vantagens que eles podem obter, onde eles forem capazes de utilizar o espaço cibernético. E eles têm colocado a quantidade de esforço necessário na iniciativa, pois eles reconhecem a habilidade deles de interromper o nosso modo de vida eletronicamente. Há alguns jovens experientes que possuem capacidades similares e qualificações trabalhando aqui e na Agência de Segurança Nacional Americana”.

Richard Orledge, gerente de serviços de operação em Newport, disse que seus colegas estava particularmente preocupados com atividades online, do pessoal do Ministério da Defesa, durante a noite quando há poucos trabalhando. O sistema deles poderia, por exemplo, marcar emails, que vieram de endereços não comuns. Ele disse: “Nós estamos cientes da ameaça. Pode haver um ataque, nós estamos procurando por pessoas baixando muitas informações, tanto externamente quanto internamente”. No sábado, o grupo hacker do estado islâmico publicou online uma lista, não verificada, contendo os detalhes de 75 militares americanos, incluindo mulheres.

A lista dizia aos simpatizantes: ” Matem eles onde eles estiverem, bata nas portas deles e os decapite, os apunhale, atire neles no rosto ou os exploda”. A divisão hacker do estado islâmico era liderada por Junaid Hussain, um ex hacker de computador de Birmingham. Ele foi morto por um strike de drone americano na Síria no último agosto, após ele ser descoberto orquestrando ataques contra o Ocidente. A sua mulher, Sally Jones, uma muçulmana convertida de Kent, ainda acredita-se estar envolvida com o estado islâmico.

É compreendido que o grupo pode ter obtido os nomes alegados dos operadores de drone Reaper e Predador, de notícias e informativos militares, e os cruzando com endereços, fotos e outros detalhes da internet, incluindo sites de redes sociais. O Ministério da Defesa se recusou a comentar se acredita que haja um espião. O porta voz disse: “Nós estamos investindo mais do que nunca nas capacidades do Reino Unido proteger o nosso interesse nacional. O nosso aumento de orçamento significa que nós podemos estar à frente dos nossos adversários no espaço cibernético, enquanto também investimos em capacidades convencionais”.

fonte:

http://www.dailymail.co.uk/news/article-3568587/Does-Islamic-State-mole-MoD-Jihadists-hackers-claim-spy-cyber-experts-say-face-constant-threat-insiders.html
http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2016/05/01/23/2C0D4AC200000578-3568587-image-a-18_1462141767821.jpg